ĐĎॹá>ţ˙ ceţ˙˙˙b˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙˙ěĽÁq`đżZubjbjqPqP8†::­l˙˙˙˙˙˙¤¤¤¤¤¤¤¤¸ŔŔŔŔ$ä¸[î        ÎĐĐĐĐĐĐ$Ihąhô!¤Đ  ĐĐô¤¤  ŠŠŠĐ¤ ¤ ΊĐÎŠŠ¤¤Š  P„oѸKĆŔĐLŠÎ+0[ŠXФŠD Ę֐ŠftÚö   ôôt   [ĐĐĐи¸¸d  ¤¸¸¸ ¸¸¸¤¤¤¤¤¤˙˙˙˙  O Evangelho Segundo Inri Cristo Capítulo 1 O Advento A história da vida de Guilhemer Miller, pastor bastista, que se tornou o primeiro adventista é emblemática. Onde a contradiçăo entre razăo e fé foi elevada ao seu ponto mais extremo. No seu caso particular, ambos, razăo e fé, saíram vencedores. Năo obstante, o formidável malogro de sua ansiosa expectativa em presenciar o advento de Jesus Cristo, o Juízo Final, na data que ele próprio definira, dedicando uma década de sua vida a doutrinaçăo e preparaçăo de milhares de fiéis. Ele nasceu em 15 de Fevereiro de 1782, em Pittsfield, Massachusetts, no nordeste dos Estados Unidos. Morava em uma regiăo de Nova Iorque, no distrito de Low Hampton. Era o mais velho de uma prole numerosa, dessesseis irmăos. Inquieto, autodidata, lia ŕ luz das velas que construía com a resina dos pinheiros. Casou-se com Lúcia Smith em 1803. Exerceu várias atividades, foi juiz de paz, xerife. Filho de um combatente da Guerra Revolucionária Americana, talvez tenha achado aí a motivaçăo patriótica para trocar o emprego seguro, a vida calma, pela carreira militar, participando da guerra anglo-americana de 1812. Depois seguiu no exército regular, alcançando o posto de tenente e quatro anos depois retornou a vida civil. Com a morte do pai, resgatou a hipoteca da propriedade que ele havia deixado, onde sua măe permaneceu morando, comprou um sítio na vizinha e estabeleceu-se. E nada em sua vida até ali faria supor que se tornaria um controvertido paladino da fé. Descrito como um homem simples e forte, de caráter honesto, cheio de vida e amigos, que lia Voltaire, Hume, entre outros, abraçando a filosofia deísta, embora năo concordasse com a teoria da năo intervençăo de Deus na história humana, e que mantinha ligaçăo com a Igreja Batista, onde um avô e tio eram pastores. Na verdade, a religiăo sempre esteve no centro de sua educaçăo. Em razăo disso, mesmo com o espírito voando em outros ares e dúvidas filosóficas, frequentava os cultos da igreja. E havia ainda em sua alma o frescor da inquietude religiosa, despertada ainda mais com os lances dramáticos experimentados nas batalhas em que participara na guerra. Năo obstante, sua vida enveredava por prazerosa rotina. Até que um belo dia tudo subitamente mudou. Foi quando, em 11 de setembro de 1816, de uma maneira inesperada, durante um sermăo, ele acolheu tăo profundamente as palavras do pastor, que voltou para casa silencioso, naquele momento se sentindo tocado pela presença de Jesus Cristo. “Subitamente o caráter de um Salvador foi vividamente impresso sobre minha mente. Pareceu-me que bem poderia haver um Ser tăo bom e compassivo a ponto de Ele mesmo fazer expiaçăo por nossas transgressőes e assim nos salvar de sofrer a penalidade do pecado....” diria ele. Um insight místico. Com certeza, um dos dois únicos insights místicos de sua vida. E o resultado foi a sua conversăo, no sentido mais agudo da palavra, ao cristianismo, o ínicio de sua ardorosa busca por esse Salvador. Em uma profunda e completa transformaçăo, abandonou os folguedos mundanos, afastando-se dos amigos. De imediato, iniciou os cultos em família, abrindo sua casa a oraçőes. Passou a dedicar uma atençăo redobrada a Bíblia . E é aí que realmente tudo começa. O verdadeiro aprofundamento dramático de sua vida. Uma história de razăo e fé, amparada nos dogmas de sua religiăo, mas sobretudo pela coragem de servir a Deus, a despeito do seu monumental, mas aparente equívoco, dos seus impiedosos críticos e do escárnio de que foi vítima. Durante os dois anos que se seguiram ŕ sua conversăo, ele mergulhou de corpo e alma no estudo da Bíblia. Um estudo intenso e criterioso. E dessa imersăo ressurgiu com a firme convicçao no segundo advento de Jesus Cristo, convicçăo essa que jamais abandonaria. No fundo, era o coroamento de sua busca, o afloramento daquela certeza que havia se impregnado em sua mente e que recobrira de ansiosa inquietude sua alma. Baseou-se em quinze provas, reunidas metodicamente, de um elenco de profecias devidamente esmiuçadas. E uma delas, especialmente esta, Daniel 8:14, mudou completamente sua história, sua vida, porque năo lhe sugeria apenas o retorno de Jesus, mas sim com clareza e precisăo, com assustadoura precisăo, marcava a data desse advento. O dia, o męs, o ano. Lá estava escrito: 13 Depois ouvi um santo que falava; e disse outro santo ŕquele que falava: Até quando durará a visăo do sacrifício contínuo, e da transgressăo assoladora, para que sejam entregues o santuário e o exército, a fim de serem pisados? 14 “E ele me disse: Até 2300 tardes e manhăs e o santuário será purificado.” A profecia de Daniel 9:24-27 continua com a mençăo: 24 Setenta semanas estăo determinadas sobre o teu povo, e sobre a tua santa cidade, para cessar a transgressăo, e para dar fim aos pecados, e para expiar a iniqüidade, e trazer a justiça eterna, e selar a visăo e a profecia, e para ungir o Santíssimo. 25 Sabe e entende: desde a saída da ordem para restaurar, e para edificar a Jerusalém, até ao Messias, o Príncipe, haverá sete semanas, e sessenta e duas semanas; as ruas e o muro se reedificarăo, mas em tempos angustiosos. 26 E depois das sessenta e duas semanas será cortado o Messias, mas năo para si mesmo; e o povo do príncipe, que há de vir, destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim será com uma inundaçăo; e até ao fim haverá guerra; estăo determinadas as assolaçőes. 27 E ele firmará aliança com muitos por uma semana; e na metade da semana fará cessar o sacrifício e a oblaçăo; e sobre a asa das abominaçőes virá o assolador, e isso até ŕ consumaçăo; e o que está determinado será derramado sobre o assolador. Na profecia havia uma definiçăo de tempo bastante precisa. Ele concluiu, cotejando com outros tempos proféticos, que a purificaçăo do santuário seria em 2300 anos, considerados como tardes e manhăs, sendo esse o maior período de tempo profetizado na Bíblia. Na concepçăo evangélica a Terra era o santuário e sua purificaçăo seria o retorno de Jesus. Guilherme Miller entăo imaginou que precisaria apenas do ínicio da contagem do tempo para chegar a uma data precisa. Acreditava sempre que a Bíblia se auto-explicava. Cruzou profecias, comparou. Em Esdras 7:11-26 achou a mençăo ao decreto de Artaxexes, rei da Persia, para restaurar Jerusalém, mencionado em Daniel 9:25, o ano seria 457 A.C. Aí começavam as setenta semanas, 490 anos, concedidos ao povo judeu. Encerrando-se no ano 33 ou 34 da nossa era. E engloba o Messias, Ungido. Cristo foi ungido por ocasiăo do seu batismo, ano 27 da nossa era. A crucificaçăo, no ano 30. Marcando enfim a rejeiçăo do povo judeu ao Messias, quando entăo o evangelho começa a ser pregado aos gentios. E no ano 70 D.C Jerusalém foi cercada pelo exército romano, milhares de mortos e destruiçăo, o Templo, arrasado. Portanto, toda essa contabilidade profética se realizou com uma impressionante precisăo. Essas setenta semanas, 490 anos, iniciadas na chegada de Esdras para a restauraçăo de Jerusalém, que durou sete anos, estăo incluidas nos 2300 anos. Contas feitas, Guilherme Miller chegou ao ano de 1843, em que se completaria a profecia, o retorno de Jesus. Mas o bisturi exegético de Miller foi mais além e achou o dia, o męs. Seria em 21 de março de 1843. O período estipulado iria desta data a 18 de abril 1844. Contudo, com o evidente malogro do evento e mesmo diante da formidável decepçăo de todos, o movimento milerista năo se deu por vencido, tamanha era a convicçăo deles e mais uma nova data foi marcada, data essa que passou definitivamente para história. E na verdade a nova definiçăo foi feita por um pastor, Samuel Snow, que era do grupo próximo de seguidores, enquanto Miller se encontrava em viagem. O anúncio foi realizado em um dos seus sermőes, onde ele atribuiu os erros anteriores ŕ seguinte razăo: O decreto de Artaxerxes “năo saiu no princípio de 457, mas sim, no quinto męs daquele ano, segundo Esdras 7:8. Deste modo, deveriam estender o período cinco meses além de 21 de Março. Também “a purificaçăo do santuário” dos judeus acontecia no dia da expiaçăo do santuário, e este era o décimo dia do sétimo męs judaico, assim, ele concluiu, devemos esperar a purificaçăo do santuário celestial no 10ş dia do 7ş męs”, fixando a nova data em 22 de outubro de 1844, no que passou a história como o Grande Desapontamento, dado o imenso, o profundo desapontamento dos quase cinquenta mil fiéis, que aguardavam o retorno físico de Jesus, para o Juízo Final. Algo absolutamente dramático, um acontecimento com nuances particulares, desses que costumam escapar ŕ peneirada grosseira da história, mas que fazem a vida da literatura e do cinema. Guilherme Miller năo era, ao contrário do que se parece sugerir, um homem precipitado. Uma vez desvendada a profecia em 1818 e fixada a data da consumaçăo dos tempos em 1843, ele tinha vinte e cinco anos de espera. E somente treze anos depois, em 1831, começou efetivamente sua cruzada de fervorosa pregaçăo adventista, com muita convicçăo e fé. Passou entăo por um longo tempo de labuta interna, de angústia, ansiedade, de prós e contras, onde ele afirmava encontrar ainda mais argumentos contra as próprias conclusőes do que seus críticos lhe apresentavam. Uma longa e criteriosda ruminaçăo. E o que deve ter se passado em sua cabeça, diante das advertęncias bíblicas, advertęncias do próprio Cristo, que tratou do assunto do seu retorno, do dia e da hora, com argumentos e exemplos precisos? Porque Jesus claramente disse em Mateus 24: 42-51 Vigiai, pois, porque năo sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Mas considerai isto: se o pai de família soubesse a que vigília da noite havia de vir o ladrăo, vigiaria e năo deixaria minar a sua casa. Por isso, estai vós apercebidos também; porque o Filho do homem há de vir ŕ hora em que năo penseis. Quem é, pois, o servo fiel e prudente, que o seu senhor constituiu sobre a sua casa, para dar o sustento a seu tempo? Bem-aventurado aquele servo que o seu senhor, quando vier, achar servindo assim. Em verdade vos digo que o porá sobre todos os seus bens. Mas se aquele mau servo disser no seu coraçăo: O meu senhor tarde virá; E começar a espancar os seus conservos, e a comer e a beber com os ébrios, Virá o senhor daquele servo num dia em que o năo espera, e ŕ hora em que ele năo sabe, E separá-lo-á, e destinará a sua parte com os hipócritas; ali haverá pranto e ranger de dentes. Obviamente que tais advertęncias deviam frequentar o centro de suas dúvidas. E ainda havia em Apocalipse 3:3 Lembra-te, pois, do que tens recebido e ouvido, e guarda-o, e arrepende-te. E, se năo vigiares, virei sobre ti como um ladrăo, e năo saberás a que hora sobre ti virei. Portanto, estava patente, devidamente anunciado, que o retorno de Cristo seria de maneira sorrateira, como um ladrăo, para que năo fosse recebido por fiéis artificialmente arrependidos, engalanados para a festa da salvaçăo, em que seriam purificados dos seus pecados como em um passe de mágica. Na verdade, a multidăo arregimentada por sua tenaz pragaçăo para o dia da salvaçăo ofereceu o exemplo prático da advertęncia de Cristo, com a grande maioria abandonando, no dia seguinte ao Grande Desapontamento, o movimento adventista, as igrejas, voltando ŕ suas vidas, afazeres, negócios (muitos se desfizeram do patrimônio, bares foram transformados em igrejas,etc), arrependidos, traídos, esquecidos que há poucos eram santos, prontos para o arrebatamento. Por outro lado, a sua ponderaçăo, com certeza, se valia da substanciosa clareza das profecias de Daniel. O conjunto de suas profecias abrange quase 2.500 anos. Previu a queda do império babilönico e sucessăo de impérios, começando com o Medo-Persa, a divisăo do Império Grego, a grandeza do Impériorio Romano, a formaçăo da Europa, de força dividida e enfraquecida, que jamais se uniria, o surgimento do Messias, o Ungido, sua crucificaçăo, a destruiçăo de Jerusalém, o segundo advento de Jesus, o retorno do povo judeu ŕ Jerusalém e vai mais além, extendendo sua profecia ŕ consumaçăo dos tempos, com o fim dos tempo dos gentios, ainda há se cumprir. A sua precisăo profética é tanta que se chegou a supor que o seu livro fosse escrito após o desfecho de alguns acontecimentos, muito depois da divisăo do Império Grego, o que explicaria os acertos. Contudo, é o seu livro um cânone do Velho Testamento desde o ano 200 A.C, O profeta Daniel nasceu por volta de 500 A.C, filho de uma ilustre família da Judéia. Quando os babilônicos invadiram Jerusalém, foi deportado, ainda na adolescëncia, para a majestosa, a grande Babilônia, dos fantásticos jardins suspensos, glória do mundo antigo, onde passou a viver como cativo. Era o tempo do rei Nabucodonosor. O seu cativeiro tinha uma condiçăo especial, porque ele fora selecionado, junto com alguns jovens, oriundos das familias reais e nobres da Judéia, para que aprendesse o caldeu e recebesse treinamento durante tręs anos, sendo depois entăo colocado a serviço do rei.. Daniel, metódico, vegetariano, cheio de fé e grande sabedoria, impressionava a seus guardiőes. E um certo dia, ele foi surpreendido por um decreto de Nabucodonosor que condenava ŕ morte todos os sábios da Babilônia. O próprio chefe da guarda foi buscá-lo. Ao saber que tudo era consequëncia de um fracasso geral dos sábios, advinhos, mágicos, em decifrar um angustiante sonho do rei, Daniel pediu para ser levado ŕ sua presença. Ele entao orou a Deus, para que o iluminasse e pudesse esclarecer esse sonho que impressionara tăo espetacularmente a Nabucodonosor. “Há um Deus no céu, que esclarece os mistérios”, disse ele O sonho consistia na visăo de uma impressionante figura, uma estátua com cabeça de ouro, peito e braços de bronze, pernas de ferro e pés de barro e ferro, que Daniel interpretou como sendo uma sucessăo de poderes, de impérios. E o futuro mostrou que nos mínimos detalhes o seu esboço profético se transformou em história. A cabeça de ouro representava o Império Babilônico (606-536 a.C.,). A parte de prata representava o reino seguinte ŕ Babilônia, o Império Medo-Persa (536-330 a.C.) que seria, como ele afirmou, um reino inferior ŕ Babilônia. A parte de bronze representava o reino que se seguiria, o qual reinaria sobre toda a terra, o Império Grego (330-146 a.C.). O quarto reino era o Império Romano (146 a.C.-476 d.C.), em suas palavras chamado o império de ferro. E os pés da estátua, os dez dedos, em barro e ferro, representando um reino dividido, forte e frágil, a Europa. Ao concluir, ele presenciou o emotivo Nabucodonosor, em tom dramático e em um rasgo de súbita e inesperada humildade, prostar-se diante dele, reconhecendo-lhe a superioridade de seu Deus. Em consequęncia, ofereceu-lhe o goverrno da província da Babilônia, que ele recusou, indicando os seus tręs amigos, Sedraque, Mesaque e Abdnego, ficando como conselheiro. Tal como previra, anos depois ele próprio assistiu a queda do Império Babilőnico, a morte de Nabucodonosor, a chegada do rei Ciro, da Pérsia. A vida do profeta, que viveu mais de cem anos, é uma história comovente de fé, em que pese o colorido de lenda, efeito da tinta do tempo. A verdade é que se Daniel previu o Messias, Cristo honrou-o ainda mais, garantido-lhe o devido crédito, ao evocar a sua profecia da destruiçăo de Jerusalém, afirmando em “ Mateus 24:15 Quando, pois, virdes que a abominaçăo da desolaçăo, de que falou o profeta Daniel, está no lugar santo; quem lę, atenda; 16 Entăo, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes; 17 E quem estiver sobre o telhado năo desça a tirar alguma coisa de sua casa;” Abominaçăo da desolaçăo seriam os estandartes do exército romano, na invasăo e destruiçăo de Jerusalém, início do sofrimento povo judeu, no ano 70 D.C, que culminou com a Diáspora da Terra Santa no ano 135 . E aqui, Jesus ao unir no tempo as duas pontas da profecia, representa claramente um momento de singularidade maravilhosa, demonstrando que esse planeta está dentro de uma concepçăo divina, em uma engenharia sutil e perfeita, que conhece o passado e o futuro e opera um plano de elevaçăo espiritual do ser humano, sem interferir na liberdade e livre arbrítio. Jesus Cristo consequentemente, em simbiose com Deus, tinha a plena conscięncia de que reencarnara em um tempo que já havia sido determinado, cumprindo um mandato divino, como também do desenrolar dos acontecimentos até seu retorno, encerrando um tempo bíblico enquadrado pelo profeta.. Ainda assim, ele sabia, que para o cumprimento de tudo isso, teria que se submeter ao látego da crueldade dos seus contemporâneos, porque é nas măos humanas que o destino do mundo se realiza. Como entăo Miller diante de tantas certezas e incertezas podia tomar a imprudente decisăo de sair pela porta de sua casa e ir pregar para todos o retorno de Jesus Cristo, em 21 de março de 1843? Além de tudo, ele, aos cinquenta anos anos, achava-se velho e sem as qualidades para se tornar um pregador. Mas mesmo diante de tantas dificuldades, encontrava motivaçăo para prosseguir em seu objetivo. Sentia que Deus o inspirava, era uma voz que ardia em seu subconsciente e insuflava sua alma., como se dissesse: Vai, prega ao mundo! Ainda assim a razăo e outros impeditivos continuavam a dissuadí-lo. E como năo resolvia o impasse, decidiu entregar ŕ sua fé, em instância final, a soluçăo do seu dilema, que já era uma batalha na alma de quase treze anos. E só teria um maneira: Esperar um sinal de Deus, indicando-lhe o caminho a seguir! E prometeu que se lhe surgisse um convite para pregar, entenderia como um chamamento de Deus para que cumprisse sua missăo. Desta vez ele próprio programara o seu insigh místico. E o sinal năo tardou.. Quase imediatamente ŕ sua oraçăo a Deus, na manhă de sábado, em agosto de 1831, um seu sobrinho lhe apareceu, depois de caminhar 25 km, trazendo-lhe um convite em nome do pai (obviamente a par de seus estudos bíblicos), para que ele fosse substituir o pastor batista em Dresden, que năo poderia pregar no dia seguinte. A sua emoçăo foi imensa. Era tudo que precisava. Estava estabelecido o seu pacto com Deus. Năo havia mais dúvidas, sequer a menor objeçăo, era como se nunca tivesse havido tais percalços. Aliviado, partiu imediatamente para Dresden, onde permaneceu a semana pregando. Estava iniciado assim o movimento milerista. Era um reavivamento da fé. Pregava aceitaçăo de Cristo e seu retorno para breve. Encontrou de ínicio muita oposiçăo, mesmo de outros pastores. E foi fundamental entăo o apoio do pastor Himes, da Igreja Batista de Bostom. Miller vinha pregando em pequenas cidades, no campo. O movimento era ainda obscuro e com o convite do pastor Himes para que fosse pregar em uma grande cidade, como Bostom, deu outra dimensăo ao seu movimento. O seu carisma, sua convicçăo, sua imensa fé, fizeram o resto. Logo, começaram a surgir convites de todos os cantos. Lotava as igrejas. Passou realizar dois, ŕs vezes mais cultos por dia. O movimento cresceu. Havia cerca de duas mil pessoas, entre leigos e pastores, dedicados ŕ divulgaçăo. A data, 1843, depois 1844, que no começo era pouco mencionada, dizia-se que o retorno seria em breve, ganhou ęnfase total. E iniciou-se o apoio gráfico, com a confecçăo de milhares de cartazes, evoluindo para um profícuo esforço editorial com a criaçăo de várias revistas, entre elas, O Brado da Meia Noite, que se destacava. O nome de Guilherme Miller tornou-se entăo conhecido em todos os Estados Unidos. Mas, obviamente, a grande maioria das pessoas năo aceitava sua pregaçăo. E muita gente escarnecia, circulavam anedotas. Ele já havia fracassado na data prevista anteriormente. Cristo năo descera dos céus e o mundo continuava o mesmo. Năo obstante, o seu movimento crescera, alcançara um clímax dramático. Em 1844 foram feitas 51 reuniőes campais, cada uma em média reunia 10.000 pessoas. Centenas de cultos por dia. Guilherme Miller era agora um nome em evidęncia e quanto mais se aproximava a data final, mais repercutia nas manchets de jornais. Uma formidável ansiedade tomou conta de seus seguidores, gestos inimagináveis de caridades, de desprendimento era frequentes. Estava tudo pronto. E no dia 22 de outubro de 1844, os cerca de cinquenta mil fiéis, espalhados nas igrejas, casas, associaçőes, viram, no mais profundo silęncio e lágrimas, chegar a última batida da meia noite sem que nada acontecesse. Nada, literalmente nada. Miller, juntos com os mais íntimos, em seu sítio em Low Hampton, sentados em rochas, iluminados pela estrelas, viu tristemente esvair-se, no vazio da noite, a glória de um momento tăo longamente aguardado. E aqui seria de se esperar que, diante desse retubante fracasso de suas previsőes, em que arrastara consigo millares de pessoas, o dia seguinte lhe reduziria em um indivíduo amargurado, descrente, sentindo-se traído em sua fé e absolutamente revoltado com um deus, que o trasnformara em paspalhăo, em um fanfarrăo irrracional, inteiramente a mercę dos escarnecedores. Năo foi assim. Ele reconheceu com humildade o seu erro. Persistiu em sua fé. Em carta para Josué V. Himes, em 10 de novembro de 1844, ele escreveu: “Prezado irmăo Himes: Tenho ansiosamente aguardado a bem-aventurança, e isso na confiança de realizar as coisas gloriosas que Deus falou de Siăo. Sim, e embora tenha sido duas vezes desapontado, ainda năo estou decepcionado ou desanimado. Deus tem estado comigo em espírito, e me tem confortado. Tenho agora, muito maior evidęncia de que creio na Palavra de Deus; embora rodeado de inimigos e de escarnecedores, meu espírito está, no entanto, perfeitamente calmo, e minha esperança na vinda de Cristo é tăo firme como sempre. Fiz somente o que depois de anos de madura consideraçăo achei ser meu dever executar. Se errei, foi do lado da caridade, do amor aos meus semelhantes, de minha convicçăo do dever para com Deus. Năo podia consentir em prejudicar meus semelhantes, mesmo ante a suposiçăo de que o evento năo se desse no tempo determinado, pois nosso Deus ordena buscá-Lo, vigiar, esperá-Lo e estar prontos. Assim, caso eu pudesse, de qualquer modo, e de acordo com a Palavra de Deus, persuadir os homens a crerem num Salvador crucificado, ressurreto e prester a vir, julgava que isso exerceria certa influęncia sobre o bem-estar e a felicidade eterna dos tais...” Miller entendeu perfeitamente que o erro havia sido dele em fixar a data. Deus providenciaria o retorno de Cristo, no tempo certo, tinha a convicçăo. Evocou um outro profeta, Habacuc 2:3 “A visăo ainda está para cumprir-se no tempo determinado... se tardar, espera-o, porque certamente virá, năo tardará.” Ele ergueu entáo um capela em seus sítio, no local em que esperou o retorno de Jesus. No fim da vida, quase cego, depois de tanta luta, abandonado pelo seus seguidores, continuava ainda cheio de fé e manifestava gratidăo para com aqueles que lhe foram fiés e suportaram as vicissitudes, sem murmúrios ou escárnios. E alguns desses, um pequeno grupo de seguidores fundou a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Hiram Edsom que era muito próximo a ele, teve um visăo que Jesus iniciara no céu, na data prevista para seu advento na terra, o Juizo Investigativo, mas que voltaria um dia para o Juízo Final. Essa visăo foi aceita por esse grupo, dando início a doutrina da nova igreja. Mas coube a Ellen G. White, cujo marido era pastor e um dos expoentes do movimento milerista, e que na adolescęncia assistira Miller pregar pela primeira vez, o papel principal na fundaçăo da Igreja Adventista, tornando-se um escritora evangélica extremamente produtiva e com grande sucesso, e além disso, ainda profetizava, tinha visőes. Contudo, a profecia de Daniel desfiada com tanta ardor por Guilherme Miller ficaria irrealizada, sem cumprir-se. O tempo profético mencionado para a purificaçăo do santuário năo se concretizaria. Mas aqui se continuarmos analisando a sucessăo de acontecimentos, que se seguiram ŕquele ano de 1844, á luz do raciocínio de Miller, veremos que tudo se cumpriu e se consumou. Daniel era um profeta judeu e o seu vatícinio dizia respeito ao povo judeu. Jesus era obviamente também judeu. Miller jamais imaginaria o drama que estava por recair sobre esse povo, cem anos depois, na Segunda Guerra Mundial, com o Holocausto, e as milhőes de vidas cruelmente ceifadas, nos campos de concentraçăo nazistas. E mais ainda, algo que ele sequer cogitaria: Depois de dois mil anos errantes pelo mundo, um belo dia, em 29 de novembro de 1947, o povo judeu ouviu na declaraçăo de um brasileiro, Osvaldo Aranha, presidindo a Assembleia Geral da Onu, a leitura da resoluçăo, que representava, na prática, a consumaçăo da profecia de Daniel: “Săo 33 a favor, 13 contra, 10 abstençőes e uma ausęncia. A resoluçăo está adotada". A resoluçăo aprovada era a da partilha da Palestina. E em 14 de maio de 1948 fundava-se o estado de Israel, literalmente o renascimento do estado judeu, a purificaçăo do santuário, a Terra Santa do cristianismo, 104 anos depois da data prevista pelo movimento milerista. Portanto, do decreto de Artarxexes para restauraçăo de Jerusalém, Esdras XX, no ano de 457, a consumaçăo do tempo profetizado em Daniel 9:16, as 2300 tardes e manhăs, ocorreu exatamente em 2405 anos. É inegável que esse desfecho histórico confirma a profecia Daniel 9:16 completamente. Da mesma maneira como ocorreu com a sua interpretaçăo do sonho de Nabucodosor, em que previu a sucessăo de impérios que sucederiam ŕ poderosa Babilônia até ŕ formaçăo da Europa. Também do mesmo modo como previu o Messias, o seu batismo, a sua morte violenta, por volta dos ano 30 D.C, e a queda de Jerusalém. Mesmo que os judeus tenham recusado Jesus Cristo como o Messias Prometido, a profecia estava historicamente concluída, em todos os seus eventos, marcadamente desta vez, no final do século passado, com o renascimento do estado de Israel e o Segundo Advento de Jesus Cristo, através do mecanismo natural da lei de Deus, que é a reencarnaçăo. Reencarnaçăo, enfim, essa palavra que Guilherme Miller e seus seguidores desconheciam ou năo aceitavam e ainda năo aceitam. Pouco mais de sete anos após o seu grande desapontamento em 1848, Alan Kardec publicou na França o Livro dos Espíritos, introduzindo no ocidente cristăo a doutrina da reencarnaçăo, base das grandes religiőes orientais. O espiritismo de certa maneira preparou espiritualmente os que hoje aceitam a reencarnaçăo de Jesus. Sim, Jesus năo veio voando, năo desceu fisicamente dos céus, veio de maneira igual a primeira vez, em um renascimento humilde, no Novo Mundo, novo céu, nova terra, em Santa Catarina, no Sul do Brasil e com o novo nome, INRI (Ieus Nazarenus Rex Judeun) Cristo, o nome que Pilatos ordenou que fosse colocado na cruz, sobre a sua cabeça, enquanto agonizava, o nome que pagou com o próprio sangue, segundo ele, um rei coroado pelos inimigos. E renasceu extamente em 22 de março de 1948, um męs antes da fundaçăo do estado de Israel. E aqui, dois mil anos depois, o evento histórico referenda cabalmente o evento místico, a reencarnaçăo de Jesus, até que o tempo imprima o selo insofismável do seu veredicto. Cumpre-se assim o tempo previsto em Daniel, a purificaçăo do santuário da Terra, o fim de um ciclo, de uma era. Cristo nasceu no ínicio da Era de Peixes, durante esse dois mil anos foi a figura dominante dessa era, o peixe era o símbolo dos primeiros cristăos, e renasce agora no ínicio de Era de Aquário. E renasce com a mesma aparęncia física, a mesma voz, o mesmo sotaque galileu, o mesmo verbo candente, a sandália de couro, a túnica da época, a coroa agora com os espinhos voltados para fora e o mesmo desafio ao afirmar energicamente, em meio ŕ descrença e escárnio das pessoas: %Sou o Fillho de Deus, o mesmo Jesus que crucificaram. E INRI Cristo é o meu novo nome. Voltei e isso prova a reencarnaçăo e que Deus existe! Newton Lecarva #()/:>HA ĺéřú˙áâćő01FMcdeghwF`řđÜđŐđĆđśđ˛Ş˛Ł›˛“ކ“ކ“ޞ~˛w˛p˛f^fh.YŻhĚYi6h•3QhĚYi6>* hĚYi5\ hĆlShĚYih.RhĚYi5hĆlShĚYi6 hĚYi5hk°hĚYi5hĆlShĚYi5 h™fhĚYih„6ÓhĚYi6hĚYihĚYihĚYi5CJ$aJ$mH sH hĚYihĚYiCJaJmH sH  hĚYihĚYi'hĚYihĚYi5CJ(OJQJaJ(mH sH hĚYimH sH h=mH sH "#$%&'()*+,-./:;<=>HIJKLMýýýőőýýýýýýýýýýýýőýýýýőýýýýý$a$gdĚYiZuţMNOPQRSTUVW6 äűă1eaAA6#ô)Ç0Ô4ýýýýýýýýýýííÝíííííííííííí$„Š7$8$H$`„Ša$gdĚYi$„Ş7$8$H$`„Şa$gdĚYi`adtĆ?ACDn€–Ţ@ADE56c j Ň Ö Č&P(h(}(7-:-;-@-Ć0Ç021516171•1´1Ţ1ß1ď1Ë:úőíăŰíúÔĐíăíăíúĆĐžúССЯЧСŸ•úзІ~t~ú†Đhś’hĚYi56hś’hĚYi6 hś’hĚYihĚ>vhĚYi6h™fhĚYi6\h™fhĚYi\hezhĚYi6ht$âhĚYi6 h™fhĚYihF hĚYi6hF hĚYi5\hĚYi hĚYi5\h•3QhĚYi6h•3QhĚYi6>*h.YŻhĚYi6 hĚYi5 hĚYi6+Ô4q8;=3CIMŠSpX_;`va5dŤebjDmoÂqt4u6u8u:uZuďăďďďďďďďďďďďďďďďďáááŮ$a$gdĄŹ $7$8$H$a$gdĚYi$„Ş7$8$H$`„Şa$gdĚYiË:É;ó;#<3<a<„<‘<=-=/=6=:=;=l=s=€==Ž=˛=€>˘>Á>?@?o?–?œ?ť?@A@B@†@§@ł@Ă@âA˙AćCëCěCD=DeDgDĄDŁDîDuZd[œ[ß^ú^ű^__ż_ůőůőůőůőůőůőůőîőîőîőçőçőçőçőçőçőăßçőăőŘőĐĆННĐőłŠł¤•¤őhu$hĚYi6 hg4ňhĚYi hĚYi6hlŕhĚYi56hg4ňhĚYi6hm@éhĚYi56\hm@éhĚYi6>*hm@éhĚYi6 hlŕhĚYihÓ\–hÔGá hš#hĚYi hń5$hĚYihĚYi hŕbŁhĚYi8ż_Â_Ă_Ä_9`;`6hŠh‹hžhss4u6u8u:uXuZu÷ňîćáîŮáŇîÎîĆžśŤhĄŹhĄŹ56mH sH h56mH sH hĄŹmH sH h#dMmH sH hĚYimH sH he Ô hM_*hĚYihM_*hĚYi6 hĚYi6hôuýhĚYi6hĚYi hĚYi5hôuýhĚYi56&P 1h:pĚYi°p# °ń2!°Š"°n#Š$n%°°Ĺ°Ĺ Ä†œ@@ń˙@ ĚYiNormalCJ_HaJmHsHtH>Aň˙Ą> Fonte parág. padrăoTió˙łT  Tabela normalö4Ö l4Öaö ,kô˙Á, Sem lista­l†˙˙˙˙#$%&'()*+,-./:;<=>HIJKLMNOPQRSTUVW6ä űă1eaAA6ô!Ç(Ô,q0;53;AEŠKpPW;XvY5\Ť]bbDegÂi lšl›lœllŻl˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€˜0€€6ä űă1eaAA6ô!Ç(Ô,q0;53;AEŠKpPW;XvY5\Ť]bbŻlKČ0 €KČ0%€KČ0 €KČ0€KČ0€KČ0€KČ0€KČ0€KČ00€KČ007€KČ007€KČ06€KČ0 €KČ0 €KČ0 €KČ0 €KČ0€KČ0 0€KČ0€KČ0 0€KČ0€KČ0 0€KČ0€KČ0€KČ0€KČ0 0€KČ0€KČ0€š€€  w@Zu=˙˙ë.\ORě.,¸Uí.|ôQî.üôQď.|őQđ.,öQń.ŹöQň.,÷Qó.ü÷Qô.Ôhő.Tiö.ź÷Q÷.œjř.Lkĺ:h00s6¸67Ń78™EÓO;`ńaĽgŻl     ęFm0˘06˝67Ö78žEáO?`÷aśgŻl > *€urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags €PersonName€C*€urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags€metricconverter€ ¤˘ä€146 a€200 A€25 km€33 a€330 a€457 A€457, a€500 A€536 aem histó˙ria. 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